O cheiro da maconha levou populares a acionarem a Guarda Municipal. No local a bagagem foi encontrada e constatou-se a presença do entorpecente.

A dona não foi achada naquele momento, mas logo em seguida, durante as diligência, informações davam conta de que a mala seria de uma mulher loira vestida de preto.

Com essas característica os agentes chegaram até Querin, que estava em uma lanchonete na rodoviária. Questionada, inicialmente ela negou ser a dona da drogas, mas acabou confessando o crime.

Aos guardas a jovem disse que seria garota de programa e teria ido da cidade onde mora até Guaíra (PR), onde conheceu um homem que a convidou para viajar até Ponta Porã. Na fronteira, a mulher teria então pegado a mala e se comprometido a levar até Sapiranga (RS).

Na delegacia, no momento de registro do flagrante, Querin optou por ficar calada, apenas disse que trabalha com venda de lingerie.